Canibalismo: mulher é suspeita de cozinhar e comer o próprio filho

Uma chocante história de canibalismo está causando comoção e horror na cidade de Samaria e nas regiões circunvizinhas. Uma mulher, cujo nome não foi revelado pelas autoridades, é suspeita de ter matado, cozinhado e consumido seu próprio filho, em um ato extremo motivado pela escassez de alimentos que assola a cidade.

Os terríveis eventos desencadearam-se após a cidade de Samaria ser sitiada pelo exército sírio, comandado pelo rei Ben-Hadade, em meio a um conflito armado que deixou os habitantes encurralados e sem possibilidade de deixar a cidade. A crescente falta de recursos levou a uma alarmante falta de alimentos nas prateleiras dos estabelecimentos, transformando o que restava em produtos de valor praticamente inacessível para a população de baixa renda.

Relatos indicam que os preços exorbitantes atingiram níveis inimagináveis, como a comercialização de uma cabeça de jumento por 80 barras de prata e 200 gramas de esterco de pomba sendo negociados por não menos do que cinco barras de prata. Diante desse cenário devastador, a fome tornou-se insuportável para muitos, forçando algumas pessoas a cometerem atos extremos para sobreviver.

De acordo com informações das autoridades locais, a mulher suspeita de canibalismo teria sido influenciada por uma amiga a cometer o terrível ato. Segundo relatos feitos ao governador da cidade, a amiga teria supostamente convencido a mulher de que ambas sacrificariam seus próprios filhos para saciar a fome com carne humana. A mulher confessou ter matado, cozinhado e consumido o próprio filho, alegando que a amiga também faria o mesmo no dia seguinte, mas esta última teria desistido do plano, ocultando o destino trágico de seu próprio filho.

O relato chegou ao conhecimento do rei, que ficou chocado e indignado com a terrível história. Testemunhas afirmam que o rei reagiu de forma visceral, chegando até mesmo a rasgar suas próprias vestes diante da revelação.

A cidade de Samaria enfrenta uma situação desesperadora, com a população lutando para sobreviver em meio ao conflito e à escassez de recursos básicos. As autoridades estão empenhadas em lidar com essa tragédia e trabalhando para prestar assistência às vítimas e suas famílias.

 (A história acima pode ser encontrada em 2º Reis 6:24-3)

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